terça-feira, 4 de maio de 2010

Entrega (Contra a Métrica)

E já não se conta não se mede
-questiona?
Em vão!
Agora apenas existe e basta.

Desperta do sono a pena
Arranha em carne viva
A vontade já descrente
Demente força

E a força insisti insolente
-resistência?
Em vão!
Agora o corpo grita exausto!

Não há resistência mais...
Ante o desejo mais humano
Ante a vontade mais pura
Diante do chamado mais alto
Apenas entrega!

Um comentário:

  1. aaaaaaaaaaai como eu amo escrita em verso!!!! Estou apaixonada pelo seu texto!!!! Parabéns!!!
    Beijos, Letícia.

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